domingo, 2 de setembro de 2018

IRON MAIDEN - 2 MINUTES TO MIDNIGHT / 1984 / POST & TRADUÇÃO DE JORGE LUIZ DE OLIVEIRA

- INTRODUÇÃO & TRADUÇÃO DE: JORGE LUIZ DE OLIVEIRA.

- Em 1984, a Banda Britânica Iron Maiden, cuja tradução é: Donzela de Ferro ( Um Sarcófago de Ferro utilizado durante a Idade Média como Instrumento de Tortura, onde o condenado era colocado dentro e, por fora do Sarcófago, uma manivela era girada lentamente pelo torturador e, desta forma, Espinhos de Ferro perfuravam todo o corpo do condenado até a Morte ), lança o álbum de estúdio Powerslave ... Abordo neste Post a segunda faixa, intitulada 2 Minutes to Midnight ( composta pelo guitarrista Adrian Smith, responsável pelo feeling de guitarra e, pelo vocalista Bruce Dickinson ). A música retrata o período da Segunda Guerra Mundial, falando sobre o Romance e a Dor, pelo fato dos soldados não saberem se voltariam vivos para casa, deixando suas famílias por um nobre motivo: Lutar! Discorre um pouco sobre o Horror da Guerra que nos leva ao sentimento de repulsa. Esta música segue mais a Corrente do Rock e não do Metal.

TRADUÇÃO DE: JORGE LUIZ DE OLIVEIRA.

"2 MINUTES TO MIDNIGHT

Kill for gain or shoot to maim
( Mate para lucrar, atire para mutilar )
But we don't need a reason
( Não precisamos de motivo )
The Golden Goose is on the loose
( A galinha dos ovos de ouro está à solta )
And never out of season
( Nunca fora de época )
Blackened pride still burns inside
( O orgulho enegrecido queima por dentro )
This shell of bloody treason
( Desta concha de traição maldita )
Here's my gun for a barrel of fun
( Tome minha arma em troca de diversão )
For the love of living death
( Pelo amor da Morte Ativa )

The killer's breed or the demon's seed
( A cria do assassino ou a Semente do Demônio )
The Glamour, the Fortune, the Pain
( O Glamour, a Fortuna, a Dor )
Go to war again, blood is freedom stain
( Vá pra Guerra de novo, o Sangue é a Mancha da Liberdade )
Don't you pray for my soul anymore
( Não ore mais pela minha alma )

2 Minutes to Midnight
( 2 Minutos Para a Meia-Noite )
The Hands that threaten Doom
( Os Ponteiros que ameaçam a Perdição )
2 Minutes to Midnight
( 2 Minutos Para a Meia-Noite )
To kill the unborn in the womb
( Para matar o feto no ventre )

The blind men shout let the creatures out
( Os cegos gritam: "Libertem as criaturas!" )
We'll show the unbelievers
( Vamos mostrar aos céticos )
The Napalm screams of human flames
( Os gritos de Napalm de Tochas Humanas )
Of a prime time Belsen feast... Yeah!
( De um banquete em Belsen no horário nobre )
As the reasons for the carnage cut their meat
( Enquanto os responsáveis pela carnificina cortam as carnes ) 
And lick the gravy
( E lambem o molho )
We oil the jaws of the war machines
( Nós untamos as mandíbulas das máquinas de guerra )
And feed it with oir babies
( E as alimentamos com nossos bebês )

The body bags and little rags of children torn in two
( Sacos de cadáver e pequenos trapos de crianças partidas ao meio )
And the jellied brains of those who remain
( E o cérebro pastoso dos que sobraram )
To put the finger right on you
( Apontam direto para você )
As the madmen play on words and make us all
( Enquanto os loucos brincam com discursos e nos fazem )
Dance to their song,
( Dançar no ritmo deles )
To the tune of starving millions
( Ao custo de milhões famintos )
To make a better kind of gun
( Para fabricar uma arma mais potente )

Midnight... All Night !...
( Meia-Noite... A Noite Inteira!... )

( Smith / Dickinson )"

( TRADUÇÃO DE: JORGE LUIZ DE OLIVEIRA )


IMAGES ( EDDIE HUNTER ... BELOW )




EDDIE HUMTER - POWERSLAVE





EDDIE HUNTER - UP THE IRONS !!!



 
"EDDIE WANTS YOU ON LINE..."


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

NOITE PRETA / VANGE LEONEL / 1991

INTRODUÇÃO POR: JORGE LUIZ DE OLIVEIRA ( AUTOR E CRIADOR DESTE WEBSITE ).

- Segue a famosa música de Vange Leonel, datada de 1991... "NOITE PRETA" que, fora tema de abertura da novela: VAMP ( 1991 ), exibida pela Rede Globo.

"NOITE PRETA

Luzes da cidade
Meus olhos não aguentam mais
E cadê a noite preta ?
Eu saio da cidade
Procuro só a escuridão
A purificação na calada da noite
Da noite preta

Calada noite preta, noite preta
Calada noite preta, noite preta
Calada noite preta !

Fecho os meus olhos
A caverna e o coração
Perdidos entre o sim e o não
Na calada da noite preta
Deus, Deus, Deus
Aonde eu vim parar
À noite preta vou me entregar

( NOITE PRETA - VANGE LEONEL - 1991 )"


domingo, 19 de agosto de 2018

O MAGO | PROSA POÉTICA DE JORGE LUIZ DE OLIVEIRA

INTRODUÇÃO DE: JORGE LUIZ DE OLIVEIRA ( AUTOR DESTE WEBSITE ).


- Abaixo, apenas uma breve introdução sobre minha Prosa Poética.

- Segue uma prosa poética, de minha autoria, intitulada "O MAGO" ... Sobre os tempos atuais, dotada de sarcasmo e ironia, indo direto ao ponto no que se refere a tudo o que é permitido, onde deveria ter ações conscientes e, concomitantemente, atrozes... Para que tenha um Fim profícuo a todos!...

"O MAGO" | PROSA POÉTICA DE JORGE LUIZ DE OLIVEIRA.

Sacralizando o Poder através de rasteiras sem rastros. De relance, só migalhas restaram aos justos. Desfrutando do supérfluo vivem os sagazes vagabundos... Que, com suas "ilustres mentes" prometeram mudanças e, no entanto, mudaram a si próprios... ou seja, em prol do próprio Bem Estar. Sim, há de se ter coragem para Radical Mudança... Uma Revolução se faz essencial. No Campo das Ideias... A Ideia nunca é colocada em prática. Nunca será fato, portanto. Sim... O que falta é Agir com Pulso Firme, de Ferro! A Justiça não pode andar de mãos dadas com a piedade. Estraçalhando os espertos, concedendo o Poder a quem Sabe e aplica de forma Consciente e Atroz: Justiça. Os "Poderes Mágicos" de minha "Bola de Cristal" nunca estiveram tão dotados de certeza... É Hora de Despertar o Cadáver que adormeceu A Ira e Lutar por Justiça Ferina e Liberdade. Um bom Amém aos que trilham o Bem. O Ditador e os Escravos... O Vice-Versa... O Versa-Vice e tudo repetirá até o fim ??? O Fim. Os Sábios e os Manipulados... O Jogo da Mentira e Verdade, da Caça e do Caçador no Silêncio do Esconde-esconde à Noite fria, que Cega a Razão de Todos... ( UMA PROSA POÉTICA DE: JORGE LUIZ DE OLIVEIRA ).